FÓRUM DE INOVAÇÃO SOCIAL

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A terceira edição do FIS abordou o tema Inovação Social nos Contextos Periféricos

O Fórum de Inovação Social – FIS é um projeto próprio da ponteAponte, que acontece desde 2016, realizado em parceria com a Sator Eventos no Connected Smart Cities, o maior evento de cidades inteligentes no Brasil.

A arte da periferia foi representada no FIS pelo Coletivo Salve Selva, do Grajaú

A Sator Eventos, que completou 11 anos, é uma empresa de produção de eventos que passou a oferecer serviços de comercialização e comunicação para os eventos que organizava. Mais recentemente, descobriu-se como uma organização desenvolvedora de plataforma de negócios, que consiste em identificar, planejar e desenvolver oportunidades por meio de encontros presenciais como seminários, feiras, rodadas de negócios, mídia online e impressa.

O Connected Smart Cities une empresas de serviços e tecnologia de ponta, especialistas, prefeituras e pessoas engajadas na otimização das cidades do Brasil, buscando inspiração em soluções implantadas nas mais inteligentes cidades do mundo e trazendo novas ideias para o país.

Em 2018, realizamos a terceira edição do FIS com o tema “Inovação Social nos Contextos Periféricos: modelos de colaboração entre governo, sociedade civil, academia e empresas para impacto coletivo”, para darmos luz a iniciativas multissetoriais colaborativas e a oportunidade de o público conhecer, interagir e fazer suas recomendações para as soluções que estão na fronteira da inovação social, além de instigarmos cada um a pensar qual é seu papel na construção desses caminhos.

O público inclui lideranças periféricas, OSCs, negócios de impacto, coletivos e movimentos, além de financiadores, poder público e academia

Tivemos um olhar cuidadoso para que o encontro fosse diferente, pensando em representatividade de setores: 45% dos presentes eram lideranças periféricas (maior grupo individual) e representantes de OSCs, negócios de impacto, coletivos, movimentos e outras formas organizacionais. Quase 40% eram financiadores de institutos, fundações e empresas e intermediários do campo e cerca de 15%, representantes do poder público e da academia.